A direita mineira nunca esteve tão forte
Minas já tem um eleitorado conservador consolidado, com grande presença nas redes sociais e capilaridade entre prefeitos e lideranças do interior. A base existe e está mobilizada.
Proposta válida até 15/08/2026
Proposta de direção digital, tráfego pago e consultoria estratégica para as candidaturas de Eros e Chiara Biondini: dois posicionamentos distintos, uma narrativa integrada e uma operação de mídia paga desenhada para o único lugar onde a chapa disputa voto todos os dias: o feed.


Se em 2022 havia espaço para crescimento quase generalizado da direita, em 2026 a tendência é que a disputa aconteça principalmente dentro do próprio campo ideológico.
Minas já tem um eleitorado conservador consolidado, com grande presença nas redes sociais e capilaridade entre prefeitos e lideranças do interior. A base existe e está mobilizada.
Esse eleitorado será abordado de todas as formas por outras candidaturas do mesmo campo. Nomes diferentes, discurso parecido, brigando pelo mesmo voto e pelo mesmo segundo de atenção.
Todos vão falar com o mesmo eleitor, no mesmo feed, na mesma semana. O que separa quem é lembrado de quem é ignorado é segmentação, frequência e uma mensagem que não sirva para qualquer candidato.
Eros e Chiara já ocupam um espaço próprio. São duas lideranças capazes de dialogar com segmentos diferentes do mesmo campo político, mas precisam impedir que esse espaço fique restrito ao eleitorado tradicional.
Entrevistas, atos públicos, agenda internacional e peças de lançamento já circulando. A direção digital parte desse acervo: em vez de começar do zero, transforma o que já existe em anúncio, segmentação e frequência.

Rua cheia e pauta de valores: o melhor material bruto para vídeo curto, prova social e reforço de identidade da base.

Presença constante em entrevistas e pautas de valores — o ativo mais forte para remarketing e conteúdo de opinião.

Repertório internacional e simbólico que sustenta a construção de um nome novo com credibilidade.

A chapa já se comunica junta. Falta separar os públicos para que uma candidatura não gaste a verba da outra.

2277 e 22777 são a métrica final do funil: toda a mídia paga precisa terminar em número lembrado.
Arraste para o lado · 1/5

Rua cheia e pauta de valores: o melhor material bruto para vídeo curto, prova social e reforço de identidade da base.

Presença constante em entrevistas e pautas de valores — o ativo mais forte para remarketing e conteúdo de opinião.

Repertório internacional e simbólico que sustenta a construção de um nome novo com credibilidade.

A chapa já se comunica junta. Falta separar os públicos para que uma candidatura não gaste a verba da outra.

2277 e 22777 são a métrica final do funil: toda a mídia paga precisa terminar em número lembrado.
O eleitor vê o candidato pela primeira vez
Ele para de rolar o feed e assiste
Ele passa a preferir esse candidato aos outros do mesmo campo
Ele decide, lembra do número e vota
A maioria dos gestores de tráfego entrega até o interesse
Alcance e engajamento são meio de campo, não gol. Toda campanha consegue mostrar número bonito de visualização, e muita gente perde a eleição com o relatório cheio.
O problema é que os três primeiros degraus são fáceis de comprar. Qualquer verba razoável entrega impressão e curtida. O degrau que decide a eleição é o quarto, e ele não se compra: ele se constrói com a mensagem certa, na ordem certa, repetida a vez suficiente para o eleitor lembrar no dia da votação.
Por isso a operação das duas contas é lida sempre pelo mesmo critério: essa peça está movendo alguém para o degrau seguinte, ou está só coletando aplauso de quem já ia votar mesmo?
A complementaridade entre Eros e Chiara só vira vantagem competitiva se ela existir de forma concreta na operação de mídia: em públicos, em verba, em formato e em mensagem. É isso que essa proposta organiza.
Cada candidatura ganha sua própria arquitetura de públicos, seu próprio conjunto de mensagens e sua própria conta de anúncio. Nada de duplicar a mesma peça em dois perfis.
Exclusão mútua de públicos entre as contas, divisão por município, tema e formato. A chapa para de pagar duas vezes para falar com a mesma pessoa sobre a mesma coisa.
Quem engaja com o Eros alimenta o remarketing da Chiara, e vice-versa. Cada real investido por um candidato constrói ativo de audiência para os dois.
Mesma base de mensagens e mesmos valores, ditos de duas formas diferentes, para posicionar os Biondini como uma das principais referências do campo conservador em Minas.
A base é a mesma para os dois. O que muda é qual pedaço do campo conservador cada candidatura vai buscar, com qual formato e em qual plataforma.


A divisão acima é a hipótese de trabalho a partir do planejamento estratégico já existente. Ela é validada, corrigida e fechada no diagnóstico digital da primeira semana, com base nos dados reais das contas, do histórico de votação e da audiência atual de cada perfil.
O erro mais caro do tráfego pago em política é mandar a mesma peça para quem nunca ouviu falar do candidato e para quem já é militante. Cada temperatura de público recebe uma peça diferente, com um objetivo diferente.
Nunca teve contato com a candidatura. Não conhece, não confia, não tem motivo para parar no seu vídeo.
Já viu alguma coisa, já assistiu um vídeo até o meio, já visitou o perfil. Conhece, mas ainda não escolheu.
Já engajou de verdade: assistiu boa parte do vídeo, comentou, salvou, mandou mensagem. É a base real da campanha.
Público quente é definido por dado, não por achismo. Só entra na base quente quem assistiu pelo menos 25% do vídeo. Quem viu 3 segundos não é audiência aquecida, é número inflando relatório.
Frequência vale mais que variedade. Três peças boas vistas três vezes cada retêm mais do que dez peças vistas uma vez. Anúncio é o comercial, não a novela: ninguém abre o Instagram para ver propaganda eleitoral, então a repetição é o que faz a mensagem grudar.
A campanha tem três momentos e eles não podem ser trocados de lugar. Quem começa pedindo voto queima a largada e precisa voltar atrás no meio do caminho, com menos tempo e verba mais cara.
Quem é essa pessoa e por que eu deveria me importar?
Por que essa candidatura e não outra do mesmo campo?
Está decidido, agora é lembrar do número e levar mais gente.
Os planos se somam. O primeiro resolve a urgência desta semana. O segundo coloca estratégia por trás de tudo. O terceiro é quando eu assumo a execução, e não só a orientação.
Arte do santão e da revista, só isso
Entrega em 7 diasResolver o material que precisa ir para a gráfica agora
R$ 8.700 fechado pelo pacote dos materiais que vão para impressão. Impressão e acompanhamento de gráfica ficam com a equipe do Eros.
Consultoria de marketing e estratégia
45 dias · 20/08 a 04/10Quando a equipe interna executa, mas falta quem pense a estratégia
Valor fechado pelos 45 dias. Execução das peças e das contas por conta da campanha.
Direção + mão na massa, eu executo
45 dias · 20/08 a 04/10Quando não há mão de obra interna e a campanha precisa de resposta no mesmo dia
Valor fechado pelos 45 dias. Verba de mídia por conta da campanha, em conta própria de cada candidatura.
Material de campanha resolvido nesta semana e a operação digital das duas candidaturas rodando até o dia da votação, sob a mesma direção. É o desenho que evita a discussão de "isso não estava combinado".
Direção estratégica, tráfego pago e consultoria. Cinco frentes que rodam em paralelo do primeiro dia dos 45 até a votação.
A leitura inicial das duas candidaturas e do cenário, feita na primeira semana.
O desenho que evita as duas candidaturas disputarem entre si no leilão de anúncios.
A execução nas duas contas de anúncio, do primeiro clique ao último dia.
A campanha muda a cada debate ou pesquisa. A estratégia acompanha no mesmo ritmo.
Deixar isso claro desde o começo evita ruído com a agência, com a assessoria e com a equipe interna da campanha.
Direção digital não roda no vácuo. Estes seis pontos são o que separa uma operação que entrega de uma que passa 45 dias esperando aprovação.
O roteiro chega pronto, mas alguém precisa transformar em arte e vídeo. Sem braço de produção, a estratégia vira PDF bonito parado.
Uma pessoa por candidatura que aprove peça e ajuste de rota. Campanha que decide por comitê de dez pessoas perde a janela de oportunidade toda semana.
Contas de anúncio, perfis e histórico das campanhas anteriores. Sem o histórico, o diagnóstico começa do zero e perde a primeira semana.
Não precisa ser alta, precisa ser conhecida com antecedência. Verba que aparece em pedaço impede escalonar e encarece o resultado.
Nenhuma estratégia compensa a falta de material com o candidato. Um bloco de gravação por semana já sustenta a operação inteira.
Eu trabalho dentro das regras e sinalizo risco, mas a validação jurídica final de cada peça é da assessoria jurídica de vocês.
Boa parte do prejuízo digital em campanha vem de coisa que dava para prever. Estes pontos entram no checklist da primeira semana e são acompanhados até o dia da votação.
Anúncio político só roda em conta com CNPJ de campanha, selo de responsabilidade e identificação de quem pagou. Conta pessoal impulsionando conteúdo eleitoral é remoção certa no meio da reta final.
Toda peça impulsionada aparece no perfil oficial, sem exceção. Anúncio que existe só dentro do gerenciador é risco desnecessário para a chapa e para a coordenação.
Não trabalho com base de contatos comprada nem com disparo em massa. Além de ilegal, destrói a entrega orgânica e a reputação dos perfis.
Contraste de proposta sim, ataque pessoal e informação não verificada nunca. Peça sem lastro vira direito de resposta, custa dinheiro e credibilidade.
Cada tema sensível tem contra-argumento preparado antes da crise acontecer. Campanha que improvisa resposta às onze da noite entrega a pauta ao adversário.
Perfis de backup, contas de anúncio secundárias e verificação em duas etapas configurados na primeira semana. Restrição de conta na última semana é campanha muda.
Conformidade eleitoral aqui é consultoria técnica de mídia, não parecer jurídico. A validação final de cada peça continua sendo da advocacia eleitoral da campanha.


Sou Duda Dornela, diretora da Portal Mídia. Há mais de dez anos trabalho com marketing político, tráfego pago e estratégia digital para candidaturas majoritárias e proporcionais.
Meu trabalho não é postar por vocês nem produzir peça. É garantir que cada real investido em anúncio fale com a pessoa certa, no momento certo da campanha, com a mensagem que faz sentido para aquele eleitor.
Nesta proposta, o desafio específico é fazer duas candidaturas do mesmo campo e da mesma família crescerem juntas sem competir entre si pelo mesmo voto e pelo mesmo espaço de mídia.
São funções diferentes. Quem cuida das redes garante presença e constância. Direção digital decide para quem a verba de anúncio fala, em qual ordem e com qual mensagem em cada fase da campanha. Uma coisa não substitui a outra, e as duas juntas rendem mais.
Não. Entrego o roteiro estratégico de cada peça, com mensagem-chave, gancho, prova e chamada para ação. A produção e a edição ficam com a equipe de criação da campanha, que passa a executar com direção clara em vez de adivinhar o que funciona.
Não. O investimento em anúncios é da campanha e vai direto para as plataformas, com nota e comprovação. Meu trabalho é decidir e operar onde esse dinheiro é aplicado para render o máximo de votos possível.
É exatamente o risco que essa arquitetura existe para evitar. Cada candidatura tem sua conta, seus públicos e sua mensagem, com exclusões mútuas onde faz sentido. Quem engaja com um alimenta o remarketing do outro, em vez de encarecer o leilão para os dois.
Não existe número mágico e eu não vou inventar um. O que define o valor é o tamanho do colégio eleitoral prioritário, a concorrência do campo e a meta de votos. Isso é fechado no diagnóstico da primeira semana, com cenários de investimento e o que cada um entrega.
Painel de BI com dados de Meta, Google e redes das duas candidaturas, com visão de chapa e visão individual, mais reunião estratégica semanal com a coordenação. Nada de relatório enfeitado: os números que importam são alcance qualificado, retenção de vídeo, custo por engajamento e evolução da base quente.
Muda mesmo, toda semana. Por isso a verba é redistribuída semanalmente entre plataformas, públicos e municípios, e as mensagens são ajustadas após debates, pesquisas e fatos novos. O plano é uma direção, não uma camisa de força.
Sim. Contas com CNPJ de campanha, selo político, sem dark post, sem disparo em massa e sem lista comprada. Sinalizo risco e opero dentro das regras, mas a validação jurídica final de cada peça é da advocacia eleitoral da campanha.
Com os dados abaixo preenchidos, o contrato e a nota fiscal são emitidos e a operação já entra no cronograma de início.
Valores e cronograma desta proposta são válidos até 15/08/2026. Depois dessa data, o prazo de 45 dias não cabe mais no calendário eleitoral.
Datas de referência considerando início em 20/08/2026. Se o começo atrasar, o cronograma comprime as fases de estrutura — não a reta final, que é onde o voto se decide.
Os valores apresentados já incluem o custo de emissão da nota fiscal. Se a coordenação precisar de nota separada para cada CNPJ, é só indicar abaixo, sem custo extra.